World Bike Tour – São Paulo 25/01/2012

No ultimo dia 25/01 ocorreu em São Paulo – SP o World Bike Tour:
“O World Bike Tour é um projeto que contém um conjunto de atividades, que culmina num passeio ciclístico, sem objetivos competitivos e que conta com a participação de milhares de pessoas.

 

foto do site: http://www.r7.com/

Muitos criticam eventos do tipo “passeios ciclisticos”, eu sou da opinião que qualquer manifestação em prol da bicicleta é valida, mas neste caso é diferente, pois as pessoas que participam tem que pagar uma inscrição  no valor de R$200,00  mas ganham um Kit: Bicicleta, Capacete, Mochila, camiseta, diploma, bebida (água) e brindes promocionais. E pelo regulamento não pode levar a sua bicicleta, mas  você ganha a bicicleta do evento! só isso já vale a participação! Se de cada 100 pessoas que participaram pelo menos uma começa a usar a bicicleta que ganhou no dia a dia, o evento já valeu a pena. E  além do passeio, também ocorrem diversos atividades, seguem alguns links sobre o evento:

http://www.dgabc.com.br/News/5938333/passeio-ciclistico-provoca-13-km-de-transito-em-sp.aspx

Neste  site além de vídeos e noticias sobre o evento, também tem várias dicas e informações sobre pedalar, vale a pena dar uma conferida:

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/01/pedalar-desenvolve-varios-musculos-e-capacidade-cardiorrespiratoria.html

Transformando pedalada em eletricidade:

http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/world-bike-tour-2012-transforma-pedaladas-em-eletricidade

 

Será que algum dia teremos um evento aqui desses? Vamos trazer o World Bike Tour para Curitiba!

 

 

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Ciclista é atropelado e morre em Curitiba

No bairro do Pinheirinho em Curitiba, o ciclista Edmar Nascimento, foi atropelado e morto por um biarticulado. Foto: Bruno Henrique

Foi na última sexta-feira (20/01/2012), atropelado por um biarticulado, Edmar Nascimento, morreu no local, antes mesmo de chegar o Siate.

O que dizer? Todas as notícias, por mais pobre de informação que seja o texto, não deixa de incriminar o “imprudente” ciclista que estava usando a canaleta de ônibus. Nenhum dos noticiários lembra de mencionar que em Curitiba – capital ecológica(?)- os ciclistas não têm ciclofaixas, ciclovias e o mais importante, respeito.
É importante que o mundo saiba, é MENTIROSA a falácia oficial que diz existir mais de 100 quilómetros de ciclovias em Curitiba. Calçadas cobertas com antipó e compartilhadas entre ciclistas e pedestres, não pode ser chamada de ciclovia. A rua Emanuel Voluz no bairro Pinheirinho, onde o ciclista foi atropelado, é tomada de mautoristas que, sem nenhum tipo de controle, só dirigem a menos de 60 km/h quando estão engarrafados.

Triste é perceber que o interesse dos noticiosos é tão somente relatar o ocorrido e encontrar o culpado – que em situações como esta, os juízes dos jornais, já sentenciaram ser a própria vítima.  Lembrar que a raiz do problema está na desumana distribuição das vias públicas, complicaria demais a matéria de quem só se interessa em dizer o que, onde, quem, quando, por que e como.

A prefeitura não pode ser culpada, afinal, já espalhou por todas as canaletas de Curitiba, placas proibindo a circulação de bicicletas. Já tá mais do que bom, não é mesmo? E assim, entre promessas de Plano Cicloviário, meia-ciclofaixas de imensos 75cm por 2 km, e reuniões com representantes dos ciclistas, aos pouquinhos, uns aqui, outros ali mais adiante, vão sendo atropelados e mortos os ciclistas de Curitiba, até que um dia acabe esta raça que tanto atrapalha o trânsito e apurrinha nosso carrólatra prefeito Luciano Ducci.

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L’EROICA a grande festa bike italiana

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coolbikevideos.com

Boa noite riders, tudo bem?

Pelas andanças na internet, encontrei esse site. Muito bom.

http://coolbikevideos.com/

Contém muitos videos pra todos os gostos.

Vale a pena curtir a pagina deles!

 

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Política Nacional de Mobilidade Urbana – Enfim uma vitória?

No ultimo dia 3 de Janeiro de 2012, foi publicada a lei Nº 12.587,  que Institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12587.htm

“A Política Nacional de Mobilidade Urbana é instrumento da política de desenvolvimento urbano de que tratam o inciso XX do art. 21 e o art. 182 da Constituição Federal, objetivando a integração entre os diferentes modos de transporte e a melhoria da acessibilidade e mobilidade das pessoas e cargas no território do Município. “

Alguns dos pontos tratados, e que eu achei interessante comentar:

§ 1o  São modos de transporte urbano:
I – motorizados; e
II – não motorizados.
Definição: modos de transporte não motorizado: modalidades que se utilizam do esforço humano ou tração animal;

Ou seja, as bicicletas são os “não motorizados”, mas neste grupo também podemos incluir patinetes, skates, monociclos, carroças, cadeiras de rodas, carros de boi ou sei lá mais o que, isso acho que poderia e deveria ser bem mais definido, uma bicicleta necessita de recursos de mobilidade bem diferentes de uma carroça ou de uma cadeira de rodas.

DOS DIREITOS DOS USUÁRIOS
participar do planejamento, da fiscalização e da avaliação da política local de mobilidade urbana;

Isso é importante, senão continuaremos a ver ciclofaixas de 75cm entre outros disparates urbanos.

2º Nos Municípios sem sistema de transporte público coletivo ou individual, o Plano de Mobilidade Urbana deverá ter o foco no transporte não motorizado e no planejamento da infraestrutura urbana destinada aos deslocamentos a pé e por bicicleta, de acordo com a legislação vigente.

Este é o único parágrafo em que a palavra “ bicicleta” aparece,  e achei meio tendencioso, como se só em cidades pequenas sem transporte público é que se anda de bicicletas.

Objetivos:
II – desenvolvimento sustentável das cidades, nas dimensões socioeconômicas e ambientais; 

vamos ver,  quero Curitiba como cidade modelo e ecológica novamente, não Cidade dos binários

 prioridade dos modos de transportes não motorizados sobre os motorizados e dos serviços de transporte público coletivo sobre o transporte individual motorizado

Esse é o ponto que achei mais importante

VIII – equidade no uso do espaço público de circulação, vias e logradouros; e
IX – eficiência, eficácia e efetividade na circulação urbana.

O que efetivamente não ocorre em Curitiba, onde praticamente todas as grandes obras são focadas exclusivamente na circulação de carros, e que as maioria obras para integração de bicicletas são mal planejadas e paliativas. Pela lei agora os direitos são iguais, e a prioridade são nos modos de transportes não motorizados, sendo assim, toda grande obra, a construção de uma avenida por exemplo, obrigatoriamente teria que ter uma ciclofaixa já inclusa no projeto, e calçadas largas e bem planejadas, cruzamentos sinalizados e guias rebaixadas para acesso de cadeirantes e pedestres (pelo menos eu entendo assim!)

A lei vale a partir de 100 dias após sua publicação, vamos ver depois disso o que  vai mudar, eu quero ver é tudo isso sair do papel e ir para as ruas, é que o que realmente importa.

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Plá lança o cd: Mãos à Obra, o 46º de sua carreira

Plá, o cantor das Bicicletadas, acaba de lançar seu 46º cd: Mãos à Obra. De passagem por Curitiba, não encontrei o Plá no calçadão da rua XV, mas aqui pelas ondas da internet, vi que o cd está à venda pela rede, não pensei duas vezes em pagar os deizão e comprar. Mais uma poética, lírica e inspirada obra deste músico que tem autenticidade e originalidade para dar e vender.

Dentre as 13 faixas, não há uma que seja menos criativa que outra. Mas poderia destacar a regravação com o peso de uma guitarra distorcida da música, Moral. Adiante a monofrásica, Flor: “você é louca, muito louca de bonita”. Lenhas, Dejavú, Meu Milão, são faixas que merecem uma audição atenciosa pela poesia que carregam. Já em Verdade na Cidade, o Plá faz um retrato autobiográfico de sua infância e da tristeza de ver como a cidade e as pessoas mudaram. Fechando o cd o mantra, Poeira Cósmica, encerra uma obra que é puro sentimento e Vida.

Como o próprio Plá gosta de lembrar: “eu não vivo de música, eu vivo a Música!”. Mas nunca é demais destacar que o ganha pão de nosso artista é quase que exclusivo da venda dos cds. Então aqui vão as informações para aquisição deste trabalho do Plá – conforme apresentado no site do mesmo, www.pla.mus.br . Fazer um depósito para o Plá (Ademir Antunes dos Santos) no banco ITAU , agencia: 3701, conta poupança: 14188-3/500. Mande o comprovante para deposito[arroba]pla.mus.br, tão logo confirmada a transação, o link para o o download será enviado para o email indicado.

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Até março de 2012, serão instalados 35 paraciclos em Curitiba


Segundo a reportagem, várias praças centrais terão a instalação de paraciclos para que os ciclistas possam estacionar as bicicletas. Vale a pena prestar atenção no número de paraciclos que a prefeitura promete instalar pela cidade e, quantos deles serão instalados pela UFPR em seus campus. Em cada bicicletário serão 5 paraciclos com capacidade para 2 bicicletas cada. Num total de 7 bicicletários, teremos 70 vagas. A Federal, em iniciativa própria, disponibilizará 600 vagas para sua comunidade.

Uma pergunta que vem de imediato: como será a segurança destes bicicletários oferecidos pela prefeitura? Se nem os motoristas que pagam pelo estacionamento nas vias públicas centrais (Estar)  têm qualquer garantia de segurança, quiçá os ciclistas. Quem ousará deixar a bici – que sendo de qualidade mediana não custa menos de 600 reais – por longos períodos durante toda a semana num destes paraciclos? Excelente a iniciativa da administração municipal de instalar os (pouquíssimos) paraciclos, resta lembrar que esta, é apenas uma, das muitas providências que precisam ser tomadas para que as pessoas saiam das bolhas e optem pelo único modal realmente sustentável.

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Cidade para Pessoas

São Paulo, olho do furacão quando o assunto é (i)mobilidade urbana. Lá a jornalista Natália Garcia está desenvolvendo o projeto -com patrocínio colaborativo- Cidade para Pessoas.

Ela já viajou para várias cidades, inclusive Curitiba, coletando depoimentos de especialistas no tema e também conhecendo experiências que contribuem para um melhor uso do espaço público. Como próximo passo ela  pretende levar o resultado de suas viagens e pesquisa para o maior público possível.

Todos que quiserem colaborar com o projeto podem fazer doações via site catarse.me. Fica aí a sugestão de uma excelente oportunidade para  contribuir com quem trabalha por Cidades para Pessoas. Trata-se também de um excelente exemplo para que outras pessoas e grupos Brasil afora, inspirem-se para iniciativas que possam também somar pela causa de um ar menos poluído e por cidades menos desumanizadas.

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Madrubike 17/12

O ultimo final se semana foi realmente agitado, rolou o Rock’n’Rollo, a Oil Ride, e também rolou o madrubike, que é um passeio noturno pela cidade, com participação de vários grupos de ciclistas, e que nas ultimas edições tem sido organizado pelo colega ciclista Jhansen R. Machado

by Jhansen

Teve de mais de 50 pedalantes, praticamente um recorde nesse tipo de evento. O trajeto previsto era passando pelos locais com melhor decoração de natal, mas infelizmente foram poucos os lugares, em alguns já estava tudo apagado, saudades da época em que praticamente todas as casas de Curitiba ficavam decoradas, era muito bonito de se passear pela cidade nesta época. Definitivamente Curitiba não é mais a mesma…

Em compensação estava muito legal o clima da galera, todo mundo pedalando junto, sem muita correria, apesar que algumas subidas acabaram cansando os menos experientes, mas tudo ocorreu tranquilo, tirando alguns motoristas bêbados mais exaltados, um (casal?) brigando e quebrando tudo, hehehe, a noite estava excelente para pedalar, estava quente como raramente são as noites curitibanas, o que favoreceu passeio, pedalar pelas ruas vazias dá uma sensação de liberdade sem tamanho, o que dá mais prazer ainda de se andar de bike. Algumas pessoas me questionaram: “mas é seguro andar de bicicleta de madrugada?” Eu pelo menos me sinto muito mais seguro do que se estivesse a pé, ou de ônibus, ou dentro de um carro parado no semáforo.

Seguem alguns registros:

fotos

Chegando na primeira casa enfeitada.

Video

O mais legal é ver que toda essa movimentação,eventos, etc, é feita pelos ciclistas e para os ciclistas, não tendo apoio direto de nenhum órgão governamental, prefeitura, etc, o que prova que efetivamente se nos unirmos podemos conseguir muitas coisas, mas devemos cobrar desses órgãos o que for de responsabilidade deles, senão o máximo que faremos é andar em fila indiana pela ciclovia de 75cm que a prefeitura esta nos “presenteando”.

 

Para quem tiver mais fotos e quiser compartilhar é só colocar os links nos comentários.

 

 

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Meia Ciclofaixa da Marechal Floriano gera protesto dos ciclistas

Marechal Floriano Peixoto: 2 faixas para carros em alta velocidade, 0,75 metros para meio Ciclofaixa

Agora pouco, cerca de 20 ciclistas realizaram um protesto relâmpago na “Meiafaixa” da Marechal Floriano em Curitiba. Aquilo que era para ser uma ciclofaixa com 1,5 metros, acabou sendo construída com apenas 75 cm.

Ricardo Mesquita, arquiteto e profundo conhecedor sobre acessibilidade

Chamado às 14h no site da Bicicletada, o evento foi realizado às 17h30min, muito “em cima da hora” como comentou o Lynconl, no  post que convocava os ciclistas. Embora tenha sido pequena, esta primeira manifestação serviu como ponto de partida para algo maior, conforme afirmou o estudante de teologia André Belletti, “Vamos voltar aqui e trazer bem mais gente, pois é um absurdo a falta de respeito com estamos sendo tratados pelo prefeito Luciano Ducci. Eles gastam dinheiro público numa obra mal feita e depois ficam se isentando da responsabilidade, pois  a Urbs diz que a culpa pelo erro é do Ippuc e vice-versa”. Morador do Hauer e usuário da bicicleta em quase todos os seus deslocamentos pela cidade, Belletti acrescenta que: “qualquer ciclista que tenha uma percepção da realidade de se pedalar naquela ciclofaixa pode apontar os erros da ciclofaixa”.

Plá, o cantor das bicicletas, sempre presente e mandando seu recado

Ricardo Mesquista, arquiteto e especialista em acessibilidade foi quem convocou a imprensa e deu o tom do protesto. Repleto de argumentos técnicos e demonstrando plenos conhecimentos de causa, enumerou vários erros presentes na execução da obra. O engenheiro André Caon, diretor da Sociedade Peatonal, que participou do protesto e trouxe à discussão a experiência de quem conhece de obras e, também, de quem usa a bicicleta como seu principal meio de transporte.

Os ciclistas se mostraram indignados com o orçamento da obra e com o resultado final dela e, já existe a promessa da prefeitura de que a ciclofaixa será alargada, porém, aquém da medida mínima de 1,5 metros, conforme noticiado no blog IrEVirDeBike. Todos foram unânimes em considerar a ideia de que a próxima Bicicletada de Curitiba (28 de janeiro de 2012), venha a carga novamente para fazer uma grande manifestação sobre a “meiafaixa” da Marechal Floriano.

Leia Mais:

 

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