Aviso aos pedalantes

Na sociedade em que vivemos, existem certas regras que devem ser respeitadas, as de trânsito eu prefiro dizer que são as mais saudáveis de se respeitar, independente de qual forma nós nos deslocamos, as regras são para todos, a pé, bicicleta, carro, caminhão não importa, todos devem ter noção de que qualquer transgressão da conduta pode gerar graves danos, sejam físicos e materiais, a nós ou outrem.

Por isso, em especial ao ciclistas como nós, devemos ter noção do espaço que nos cabe dentro do circuíto de transito de uma cidade, nossa crescente massa vai bem obrigado, mas devemos demonstrar por atitudes que as regras de transito se aplica a nós também, por isso andar na mão correta, dar preferência, aviso de mudança de faixa (essa é uma das mais importantes), e as demais regras de transito são vitais para uma boa convivência em ciclistas e demais usuários do sistema de transito de uma cidade.

O uso de equipamentos de segurança como capacete, cotoveleira e etc, ainda não são obrigatório para ciclistas mas pode ajudar e muito em nossa proteção, e aos pedalantes noturnos também é muito importante ser visto e o uso de mecanismos de fotoluminescência nos favorece e aos motoristas também, não por acaso os faróis dos automóveis são itens obrigatórios dentre manutenção e inspeção.

Vamos ser exemplo e cobrar das autoridade a parte que lhes cabem, ciclovias, educação e rigor no controle dos infratores, pois a cada dia mais e mais ciclistas estão aderindo ao novo meio de vida e mobilidade, e quanto antes melhorarmos os meios melhor ainda será o futuro de nossas cidades.

Vamos em frente!

 

Eleições municipais e a mobilidade das bicicletas.

Este ano temos eleições para prefeitos e vereadores, pode ver que sua cidade deve estar passando por “bela” reforma, ou devo dizer maquiagem, pois passaram os últimos três anos apenas nomeando secretário, aprovando um monte de condomínio numa cidade onde mal tem saúde, escola, segurança e tudo mais que podemos colocar no pacote como fatores de qualidade de vida saudável, mas o foco deste post é como fica a mobilidade nossa, nas cidades pequenas com até 100 mil pessoas não tem muita alteração, isso não afeta tanto como em cidades grandes, mas á partir deste numero, começa os grandes problemas, horas demais de percurso, casa-trabalho, casa-estudo, casa-trabalho-estudo-casa e assim vai, horas perdidas horas caras que ainda não computamos em nossa vida, mas quem não gostaria de ficar mais vinte minutos com sua namorada, com sua vó, seu marido, seu filho, no seu programa favorito, todo esse “tempinho” fica para o caminho da roça por assim dizer, fica perdido entre um lugar e outro.

Assim, o que podemos fazer para mudar isso, votar certo, “siiiiim” mas em quem, em quem vamos votar, são todos iguais! Infelizmente não são, assim como cada pessoa do “povão” não igual ao outro, cada individuo é único, nos sabemos disso, apenas temos o costume de não parar para avaliar, estudar e pensar sobre o assunto, analisar o passado de um candidato, como neste futuro próximo vereador ou prefeito, vamos parar um pouco e ver quem são as pessoas que vão tomar as rédias de nossa cidade por mais quatro anos, e quatro anos pode mudar tudo na vida sua em função das pessoas eleitas.

Quando li este post do link que segue abaixo, vi alguns candidatos nem devem saber o que é bicicleta, mas outras pessoas até sabe e parece estar querendo fazer algo ao menos para a mobilidade e sendo mais direto para os ciclistas, ter um plano de governo que olhe por nós, assim como em São Paulo, foco deste link, na sua cidade devemos fazer isso, sempre tem alguém perto de nós que esta ligado a politica, se não tiver procure se ligar, perguntar, questionar, afinal é a sua cidade que esta em jogo.

Veja como é fácil, vamos começar por um vereador, o famoso peixe pequeno, (ás vezes) esse que esta entrando neste ano para politica, esse que diz que tem novas idéias para melhorar a cidade, se perguntar á ele e de primeira der uma resposta pronta, concreta e que analisando é algo que é possível de se cumprir, então esse candidato já pode se pensar em votar, veja bem eu disse pensar… tem todo um roteiro de coisas que um vereador tem de fazer para ser um bom politico.

O importante é ter noção que seu tempo tem fim, tem custo, tem pessoas que querem que você fique com elas, e dessas pessoas ja tem voto, basta cumprir um bom mandato como pai, mãe, filho, namorada, amigo…

Vamos em frente!

http://www.ciclocidade.org.br/noticias/238-confira-as-ideias-dos-pre-candidatos-a-prefeito-para-a-mobilidade-por-bicicletas

Andar de Bicicleta é coisa de pobre

"andar de bicicleta é coisa de pobref"

Fotografia tirada em Quedas do Iguaçu, no interior do Paraná, por Anderson Fuchs, que atende também pela alcunha de “Schrek” e volte e meia é encontrado pedalando junto com o Zé Ronaldo da BikeBrothers. Detalhe da cadeirinha com “cinto de segurança” improvisado.

“Andar de bicicleta é coisa de pobre”. Quem nunca ouviu esta frase é porque aterrissou na Terra há poucos dias. Desde Ford e sua primeira linha de produção em série, até hoje, poucas são as situações em que o carro é menos um símbolo de status e poder do que um necessário meio de transporte. A propaganda que as empresas usam para vender estes imprescindíveis poluentes é explícita: seja o sedutor, o invejado pelos amigos, o orgulho do filho, a imagem da pessoa bem sucedida; compre o carro tal! Continuar lendo

Ciclista é atropelado e morre em Curitiba

No bairro do Pinheirinho em Curitiba, o ciclista Edmar Nascimento, foi atropelado e morto por um biarticulado. Foto: Bruno Henrique

Foi na última sexta-feira (20/01/2012), atropelado por um biarticulado, Edmar Nascimento, morreu no local, antes mesmo de chegar o Siate.

O que dizer? Todas as notícias, por mais pobre de informação que seja o texto, não deixa de incriminar o “imprudente” ciclista que estava usando a canaleta de ônibus. Nenhum dos noticiários lembra de mencionar que em Curitiba – capital ecológica(?)- os ciclistas não têm ciclofaixas, ciclovias e o mais importante, respeito.
É importante que o mundo saiba, é MENTIROSA a falácia oficial que diz existir mais de 100 quilómetros de ciclovias em Curitiba. Calçadas cobertas com antipó e compartilhadas entre ciclistas e pedestres, não pode ser chamada de ciclovia. A rua Emanuel Voluz no bairro Pinheirinho, onde o ciclista foi atropelado, é tomada de mautoristas que, sem nenhum tipo de controle, só dirigem a menos de 60 km/h quando estão engarrafados.

Triste é perceber que o interesse dos noticiosos é tão somente relatar o ocorrido e encontrar o culpado – que em situações como esta, os juízes dos jornais, já sentenciaram ser a própria vítima.  Lembrar que a raiz do problema está na desumana distribuição das vias públicas, complicaria demais a matéria de quem só se interessa em dizer o que, onde, quem, quando, por que e como.

A prefeitura não pode ser culpada, afinal, já espalhou por todas as canaletas de Curitiba, placas proibindo a circulação de bicicletas. Já tá mais do que bom, não é mesmo? E assim, entre promessas de Plano Cicloviário, meia-ciclofaixas de imensos 75cm por 2 km, e reuniões com representantes dos ciclistas, aos pouquinhos, uns aqui, outros ali mais adiante, vão sendo atropelados e mortos os ciclistas de Curitiba, até que um dia acabe esta raça que tanto atrapalha o trânsito e apurrinha nosso carrólatra prefeito Luciano Ducci.

O bom ciclista é amigo do motorista.

Como seria legal se na sociedade as pessoas se tratassem como irmãs e irmãos, tomando atitudes simples, como oferecer ajuda quando vissem alguém passando algum tipo de necessidade e nem pensassem duas vezes em ajudar.

No dia 7 de novembro aprendi a ser mais sensível com meu próximo. Sai bem atrasado de casa – minha aula é às 19 horas-, sai já era 19h10min. Chegando na praça do Atlético com minha bicicleta, um homem me parou e me pediu ajuda. Ele estava com o seu carro parado em meio à um congestionamento enorme na Getúlio Vargas, por ter esquecido de encher o tanque de combustível. Falei para ele que estava com pressa, mas pensei uma segunda vez e resolvi parar e ajudar. Ele me deu 20,00 reais e uma garrafa. Fui então até o posto mais próximo e enchi-a, o que custou 6,50 reais. Ao voltar, ele me ofereceu 10,00 reais, ao que eu recusei prontamente. Ele agradeceu, mas fiz questão que ele levasse o flyer do www.votolivre.org e outro sobre respeito às mulheres. Acontece que, quando eu estava chegando com a gasolina, aproximou-se do carro um homem desempregado pedindo ajuda. Eu estava sem dinheiro, mas o dono do carro – que eu havia ajudado –  deu uma parte do troco para ele, somente 2 reais. Vendo aquela situação, me arrependi de ter recusado os 10,00 reais, pois poderia ter usado a grana para ajudar o desempregado. Mas independente disto, pude conversar um pouco com ele e deixei a mesma mensagem que tinha deixado com o motorista. Os 2 reais não foram suficientes para o desempregado conseguir comprar a sua janta – conforme era a pretensão daquela carente pessoa. Eu gostaria de ter ajudado mais, mas como falei estava sem grana naquele momento. Percebi que ele estava realmente sendo sincero, pois ele não pensou duas vezes em ajudar um outro motorista passando stress por ter o carro quebrado no outro lado da rua. Foi logo ajudar com o objetivo de também descolar alguma gorjeta, pois desta ajuda dependia a comida que ele iria comprar para ele e sua família. Comentei com ele também que as pessoas deveriam ser mais companheiras uma das outras e ajudar mais o seu próximo. Quando entreguei o flyer do www.votolivre.org falei também que sou cicloativista e expliquei que esta é uma iniciativa popular para acabar com aquilo que estávamos vendo naquele exato momento: um trânsito caótico. Não pude ajudá-lo com dinheiro, mas o ajudei com a conscientização. Ele agradeceu e seguiu.

Eclesiastes 7:12 diz: “Porque a sabedoria serve de defesa, como de defesa serve o dinheiro; mas a excelência da sabedoria é que ela preserva a vida de quem a possui.”

Curitiba seria outra se o egoísmo não dominasse os coração e se as pessoas pensassem mais umas nas outras! E seria outra se as pessoas tivessem a consciência e a sabedoria que esta simples ferramenta, que é a bicicleta, é um instrumento de preservação da vida!

Se algum dia andando ou pedalando ou até dirigindo o teu carro, você puder ajudar alguém, ajude! Um dia pode ser você que precise de ajuda! Vamos fazer a revolução do amor e acabar com o rótulo de “gente fria” que dão para os curitibanos! Supere você mesmo!

Dia 27 de novembro de 2011 Curitiba terá a segunda chance de peladar na Ciclofaixa de lazer

Inaugurado no dia 23 de outubro de 2011, sob protesto dos ciclistas que pedalam todos os dias por Curitiba, o Circuito Ciclofaixa de Lazer funcionará pela segunda vez no domingo, dia 27 de novembro de 2011. Na Bicicletada de outubro, colhemos alguns depoimentos dos pedalantes da cidade o que deu origem ao vídeo abaixo:

A prefeitura já se comprometeu com a Associação dos Ciclistas do Alto Iguaçu (entidade representativa dos ciclistas de Curitiba e região) a promover o Circuito Ciclofaixa de Lazer todos os domingos à partir de janeiro de 2012.
Discutir o lado da via em que a Ciclofaixa foi implantada ou a periodicidade são discussões tangentes diante da que considero a principal: a promoção do lazer enquanto o que Curitiba precisa é de bicicleta como meio de transporte. Vale destacar que, na oportunidade do anúncio do Circuito Ciclofaixa de Lazer, tanto o prefeito Luciano Ducci – pré-candidato em pré-campanha eleitoral- quanto todos os técnicos que se manifestaram publicamente, sempre associavam ao discurso da Ciclofaixa de Lazer a expressão “mobilidade urbana”. Numa leitura menos comprometida poderíamos até comprar fácil tal associação, mas o que lazer tem à ver com mobiliade urbana? “Educar os motoristas, em doses homeopáticas, para o convívio com as bicicletas”, promovendo passeios aos domingos, dia em que as ruas estão praticamente vazias? Oras, aí sim que os motoristas vão ter certeza que bicicleta é só para lazer mesmo, que não é meio de transporte, afinal, até a prefeitura faz obra priorizando este conceito. Falam ainda que Curitiba tem uma das maiores malhas de ciclovias do país, “que interligam toda a cidade”. Mas calçada coberta com antipó e compartilhada com pedestres, não entra na categoria de ciclovia, coisa que em seus discursos, os gestores municipais teimam em “esquecer”. Alguns exemplos práticos: passeio compartilhado da rua Antônio Scorsin, ou então na Affonso Camargo. Uma visão mais completa, mas que ainda não mostra todos os problemas, pode ser vista neste levantamento cooperativo realizado por ciclistas de Curitiba.

Agora, a mais nova sacada para vitaminar as estatísticas oficiais, pode-se observar com a ciclofaixa que de há muito está para ser inaugurada na avenida Marechal Floriano, serão 4 Km de extensão, mas para sair nas manchetes e nas pomposas notícias do site da prefeitura, se transformarão em 8 km, sim, 4 para ir e 4 para vir, mas isto é só um “detalhe técnico”.

Buenos Aires 7 x Curitiba 2

Em Buenos Aires 7% da população utiliza a bicicleta como meio de transporte, segundo a União dos Ciclistas Urbanos da Argentina. Em Curitiba menos de 2% (IPEA 2011). Isto quer dizer que mais do que o triplo de portenhos usam o saudável veículo como meio de transporte. É de lá que nos escreve o Gil Caruso, cujo texto segue abaixo.

Faz alguns dias eu e Luísa chegamos de bicicleta em Buenos Aires. Foram três meses de pedal pelo litoral sul brasileiro e toda a costa uruguaya. Temos um blog onde colocamos discussoes, relatos e fotos da viagem que pretende ir até Ushuaia: cicloterras.wordpress.com

Quando chegamos aqui, nao vi quase nada de bicicleta perto do terminal Retiro, apesar de todos os trens e metros terem dois vagoes para transportar as magrelas. Andando pelo centro, san nicolás, san telmo, começamos a sentir a presença. Quando paramos numa praça, avistei um posto de bicicletas públicas. O sistema é totalmente gratuito e as bicicletas estao em bom estado. Apesar de ter iniciado há uns anos segundo me disseram, o projeto ainda é incipiente, pois muitas das bicisendas centrais nao levam a lugar nenhum e vi outras com menos de 100m de comprimento.

Porém, nas grandes avenidas a bicicleta é parte do trânsito. Há faixas preferenciais (nao exclusivas) do lado ESQUERDO em todo seu comprimento (dezenas de quilometros). A escolha é para nao atrapalhar os ônibus, estes sim vao devagar pela direita. E me parece ilusao ficar usando comparativos como mais rápido, mais devagar. Nessas grandes avenidas (nao há nada parecido com isso em curitiba) o trânsito é bastante homogêneo, tirando o transporte coletivo.

E nao é só a bicicleta que é parte do trânsito. Os pedestres também. Quando um semáforo abre, o pedestre raramente olha se algum carro vai entrar, ele se impoe. E nao é porque há um pedaço de papel amparando ele caso morra atropelado e sim porque ele sabe que ninguém é burro o suficiente para atropelar uma pessoa de propósito. Isso também funciona em Florianópolis onde morei toda minha vida.

Temos pedalado pela cidade e mesmo com o trânsito intenso (muito pior e numeroso que Curitiba) seguimos tranquilos, ainda mais por nao ter que competir com os onibus (em curitiba, seguidamente corremos esse risco andando mesmo pelas vicinais no bordo direito e eu quase fui pro saco 2x).

Fica o exemplo concreto.

Os sábios do grande código verdadeiro que se cuidem, tem mais gente pensando.

Ciclofaixa de Lazer em Curitiba se chamará: Circuito Ciclofaixa

A exemplo do que já existe há um bom tempo em São Paulo, Curitiba também terá as ciclofaixas de lazer, faixas para uso exclusivo das bicicletas que serão demarcadas com uma linha vermelha contínua. Aqui em Curitiba, receberá o nome de Circuito Ciclofaixa, como informa o Alexandre Costa Nascimento, jornalista da área de economia da Gazeta do Povo, ciclista e blogueiro de marca maior.

Ciclofaixa de Lazer em São Paulo

São Paulo: ciclofaixa de lazer que já funciona aos domingos em SP, em Curitiba teremos exatamente a mesma coisa, só que aqui se chamará Circuito Ciclofaixa

A inauguração, que já foi adiada noutra oportunidade, está marcada para o dia 23 de outubro, domingo, alias, será este o único dia da semana em que as ciclofaixas funcionarão.

Desde já imagino o rol de polêmicas, em antagônicas opiniões, que a iniciativa da Secretaria de Esporte e Lazer, haverá de desencadear entre os pedalantes mais cicloenvolvidos da cidade. A começar pela secretaria que encabeça a iniciativa – Esporte e Lazer-, muitos dirão, e com razão, que este Circuito Ciclofaixa, escancara a visão da administração municipal em torno das bicicletas, qual seja, o de um meio de lazer e não de transporte.

Outros dirão que Curitiba é mesmo a “Capital Ecológica”, que aqui é “primeiro mundo” e que iniciativas como esta só exclamam a condição vanguardista de Curitiba em relação a outras capitais, que somos “sustentáveis” e blá, blá, blá, blá.

Numa posição de pretenso equilíbrio e racionalidade, acredito que sim, é um bom começo, pois com o Circuito Ciclofaixa, a bicicleta entra na pauta de discussões e debates dos curitibanos, as bicicletas estarão em evidência- no mínimo em exposição-, argumento fácil e fatual é que, muitos podem, do lazer, partir para outros objetivos com as bicis- fazendo delas um meio de transporte, por exemplo. O Circuito também será uma ótima oportunidade de intervenção, onde as pessoas discutirão sobre as relações urbanas, a mobilidade e o papel que as bicicletas podem desempenhar dentro deste contexto.

Circuito Ciclofaixa não é pouco, é pouquíssimo. Mas já é diferente de nada. Não estamos na pior das condições, mas tão-somente saindo delas, e assim vamos caminhando, ou melhor, pedalando.

Atualização (15/10/2011)- Conforme mensagem enviada pelo Alexandre Nascimento – ver comentário abaixo – o nome foi corrigido de Circuito Ciclístico para Circuito Ciclofaixa, em função do que explica o pedalante blogueiro do Ir e Vir de Bike.

Bicicleta roubada em Curitiba

Colegas Ciclistas,

Vamos ajudar o André a recuperar sua bicicleta Trek District. Sábado passado, dia 1º de outubro,  ele estava no Encontro das Bicicletadas, hoje, dia 4, entraram na casa dele e levaram a charmosa magrela.

Abaixo 2 fotos da preciosa que tem transmissão por correia e se trata de uma mosca branca, pois dificilmente haverá de existir mais do que 10 bicicletas destas rodando por Curitiba, inclusive, muito provavelmente, talvez esta seja uma das únicas.

Por favor, divulguem o máximo que puderem, vamos encontrar a bicicleta do André e, caso saibam de outras, podem entrar em contato, que divulgamos aqui.

 

Para entrar em contato com o André:

Ligue: 41 8421-4904

ou escreva para: chucruts@onda.com.br

Bicicletada de Maio: protesto e tristeza

Com um mês de atraso, publicamos as fotografias da Bicicletada de maio. Conforme as primeiras fotografias abaixo, a Bicicletada de Curitiba, nesse mês foi marcada pelo protesto e pela tristeza no pelotão de atletas, cicloativistas, cicloturistas e todos que encontram na bicicleta algo em comum. Isto porque na quarta-feira anterior, 25 de maio, morreu, atropelado brutalmente, o nosso colega de pedal Mário Baena.  Um misto de tristeza e revolta, pois assim como o Mário, todos nós, estamos sujeitos ao pior da sorte, quando as máquinas da pressa são comandadas por criaturas que, aos poucos, vão perdendo seus últimos traços de Humanidade.

Depois do protesto na BR 277, alguns ciclistas seguiram para o pátio da reitoria da Universidade Federal do Paraná, onde tradicionalmente é o local de encontro da Bicicletada. Lá estavam os ciclistas que não ficaram sabendo do protesto e dá inusitada Bicicletada Ecumênica que, além de congregar todas as tribos de ciclistas, era em local e horário distintos.

O ponto final da Bicicletada acabou sendo na Boca Maldita, com cantoria do Plá – artista que é motivo de orgulho para nós, ciclistas e curitibanos -, e o encontro com a Marketa e sua sustentabilíssima bicicleta de bambu.  E como o mote da Bicicletada foi o protesto, vale o registro também dos Fiscais da prefeitura de Curitiba que, como muita gente por aí, parecem não estar nem um pouco satisfeitos com a administração de nossa capital.[nggallery id=19]