Fotografias da Bicicletada Curitiba de Abril/2015, Ghost Bike Magoo

Galeria

Esta galeria contém 48 fotos.

Neste sábado, dia 25 de abril de 2015, foi realizada a Bicicletada Curitiba e junto, mais uma,triste, Bike Ghost . Impensável é lembrar que, no domingo passado, participávamos de outra Ghost Bike, aquela, em memória da Mari Kakawa e, a … Continuar lendo

Doutor Ricardo Rosa praticamente mata ciclista e diz que “não viu”

Ricardo Rosa, médico que já foi socorrista, conforme reportagem da Rede Record, atropelou violentamente o ciclista Rafael de Almeida Oliveira, que teve traumatismo craniano e está entre a vida e a morte na UTI do Hospital Cajuru em Curitiba. O atropelamento aconteceu na segunda-feira, dia 1º deste mês e o condutor do veículo só se apresentou na Delegacia de Trânsito no dia 5, sexta-feira. Continuar lendo

Ônibus X ciclistas – o outro lado da historia

É bem comum conflitos e acidentes envolvendo ciclistas x motoristas de ônibus, e muita queixa por parte dos ciclistas reclamando de fechadas, finas, etc. É um consenso que muitos dos motoristas de ônibus são despreparados e não respeitam os ciclistas, mas é sempre bom ouvir o outro lado da história… Continuar lendo

Entregadores usando bicicletas, problema ou solução?

Está cada vez mais comum a presença de entregadores de água mineral entre outros, andando pela cidade, utilizando bicicletas para fazer as entregas, principalmente no centro. Na região em que trabalho, existem várias empresas com dezenas de entregadores. Como todos sabemos, é um meio de transporte eficiente, rápido para se locomover e não polui. Até ai tudo bem, mas um sério problema que vejo é que a maioria desses entregadores não respeitam nenhuma regra de trânsito no que se refere a circulação de bicicletas, e na maioria das vezes circulam pelas calçadas, na contramão e em alta velocidade.

Este estava na contramão, subiu na calçada e passou por mim a toda velocidade

Faz tempo que eu estava pensando em fazer este post, mas daí vinha aquele pensamento, e alguns também podem dizer: “deixa pra lá, eles só estão trabalhando”, mas não é bem assim, não podemos ficar nesse coitadismo típico do Brasil. Continuar lendo

Fotografias da Bicicletada Curitiba de janeiro de 2012

Ciclofaixa da Marechal Floriano: só em fila indiana e ainda assim levando "educativas" finas de carros, caminhões e ligeirinhos

Seja para protestar contra uma Meia ciclofaixa de apenas 75 centímetros, ou para lembrar a morte do ciclista Edimar Nascimento, a Bicicletada – muito mais que um passeio – é um acontecimento político.

Na Bicicletada deste sábado (28/01), muito se discutiu sobre os prós e os contras da dita Meia ciclofaixa da Marechal Floriano em Curitiba. Muitos consideram um avanço, pois antes, nem isto tínhamos. Outros lembram que o projeto apresentava os 1,5 metros de largura, então não podemos nos contentar com nada menos do que isto.

Questões técnicas e pontuais à parte, tenho cá uma análise, pretenciosamente, menos rasa sobre o assunto. Enquanto ficarmos questionando centímetros e desperdiçando nosso verbo e esforços pela correção de minúsculas obras em prol da ciclomobilidade, perdemos de foco o que entendo por principal: a mudança do conceito. Uma transformação cultural é o que precisamos. Quando os técnicos do Ippuc ou da Urbs dizem que “não dá” para aumentar mais que “x” centímetros a largura da estreitíssima ciclofaixa, o que é que eles estão dizendo? Estão simplesmente lembrando que até farão o possível para melhorar as condições dos ciclistas, desde que para isto, não se retire – um centímetro sequer – do espaço consagrado ao fluxo prioritário dos automóveis. Enquanto o espaço público de circulação for entendido como sendo dos carros, uma ou outra conquista cicloviária poderá haver, mas nunca a realmente necessária e suficiente.

Em Curitiba 2 exemplos exclamam tal situação. Este da meia ciclofaixa na Marechal Floriano, onde quem ousar propor a extinção de uma faixa de circulação para carros, seria queimado na fogueira da carrólatra Inquisição, ou então, por diagnóstico de insanidade absoluta, seria enviado compulsoriamente para um “reformatório” junto com a galera do crack. Outro caso é o Anel Viário. Se de fato o sistema de transporte coletivo fosse uma prioridade para a administração de Luciano Ducci e Cia, esta obra já teria sido elaborada, desde o projeto, prevendo implantação de vias exclusivas para os ônibus, mas como isto implicaria em sacrificar vias dos poluidores particulares, mais uma vez desperdiçou-se a oportunidade de melhorar – de fato, e não só na propaganda oficial – a qualidade do transporte coletivo de Curitiba. Então, Curitiba é ou não é a capital dos carros? O último senso do IBGE (2010) já afirmava ser Curitiba a capital com maior número de carros por habitantes e, com todos os esforços de nosso prefeito, tão cedo a gente não passa para frente este troféu.

O espaço público é de todos, mobilidade é uma necessidade, por que não prestigiar modais que melhoram a circulação e a qualidade do ar? Por que não investir numa mudança cultural?

Abaixo alguns registros fotográficos da Bicicletada de janeiro em Curitiba.[like url=http://goo.gl/fTDzx xfbml=true action=like layout=standard][nggallery id=27]

Plá lança o cd: Mãos à Obra, o 46º de sua carreira

Plá, o cantor das Bicicletadas, acaba de lançar seu 46º cd: Mãos à Obra. De passagem por Curitiba, não encontrei o Plá no calçadão da rua XV, mas aqui pelas ondas da internet, vi que o cd está à venda pela rede, não pensei duas vezes em pagar os deizão e comprar. Mais uma poética, lírica e inspirada obra deste músico que tem autenticidade e originalidade para dar e vender.

Dentre as 13 faixas, não há uma que seja menos criativa que outra. Mas poderia destacar a regravação com o peso de uma guitarra distorcida da música, Moral. Adiante a monofrásica, Flor: “você é louca, muito louca de bonita”. Lenhas, Dejavú, Meu Milão, são faixas que merecem uma audição atenciosa pela poesia que carregam. Já em Verdade na Cidade, o Plá faz um retrato autobiográfico de sua infância e da tristeza de ver como a cidade e as pessoas mudaram. Fechando o cd o mantra, Poeira Cósmica, encerra uma obra que é puro sentimento e Vida.

Como o próprio Plá gosta de lembrar: “eu não vivo de música, eu vivo a Música!”. Mas nunca é demais destacar que o ganha pão de nosso artista é quase que exclusivo da venda dos cds. Então aqui vão as informações para aquisição deste trabalho do Plá – conforme apresentado no site do mesmo, www.pla.mus.br . Fazer um depósito para o Plá (Ademir Antunes dos Santos) no banco ITAU , agencia: 3701, conta poupança: 14188-3/500. Mande o comprovante para deposito[arroba]pla.mus.br, tão logo confirmada a transação, o link para o o download será enviado para o email indicado.

Fotografias da Bicicletada de dezembro de 2011 em Curitiba – In Oil Man We Trust

Colegas de pedal,

Abaixo algumas fotos da última Bicicletada de Curitiba de 2011, realizada sábado, dia 17 de dezembro, ocasião na qual homenageamos o nosso herói curitibano Oil Man. Mais de 200 bicicletas passearam pelo centro da cidade sob seus donos embatumados de óleo.  Fiquem a vontade para usar e abusar das fotinhas aqui, querendo qualquer uma das chapas em alta resolução é só deixar um comentário que enviamos com infinitos pixels .[nggallery id=26]

In Oil Man we trust, Bicicletada Curitiba dia 17 de dezembro

Presença confirmadíssima: o nosso OIL MAN estará na grande Marcha do dia 17 de dezembro! A concentração será na Reitoria da UFPR às 10h e, às 10h30min, sairemos todos pelas ruas da cidade nesta que será a última Bicicletada do ano em Curitiba.

Caso você não se sinta a vontade de ficar só de sunguinha ou biquini, sem problemas, venha de calção, top, regatinha, ou da maneira que preferir. O importante é participar e somar forças para que as bicicletas tenham mais espaço e respeito em nossa cidade.

Confirme sua presença na página do evento no Fabebook. Ajude-nos a divulgar o evento retweetando a convocação para a Bicicletada.

Fotografias Bicicletada Curitiba de novembro de 2011

O sábado ensolarado ajudou. As criaturas cicloambulantes do primeiro planalto vieram de todos os cinco cantos da região para comungar de uma prática atípica para os aristocráticos e motorizados habitantes locais: pedalar (nas ruas, pois ir de carro para uma academia e ficar 50 min sobre uma bicicleta seria um paradoxo, se não fosse em Curitiba). Desdenhando das científicas e gélidas estatísticas de um IPEA, que insiste em minimizar nossa valentia – com a indelicada lembrança de que somamos menos do que 2% dos que perambulam pela cidade -, @s intrépid@s pedalantes, trouxeram cor, Vida, alegria e muuuuuiiita beleza aos olhos e curiosidade dos peatonas e motoristas que passavam.

Muita gente nova, falando de situações que já soam como um velho hit aos ouvidos: falta de ciclovias, falta de paraciclos, na empresa não tem chuveiro, os motoristas não respeitam,e por aí vai; parece mesmo que existe um cordel de queixosos “reclamões” espalhados pela capital dos pinheirais. Mas Bicicletada em Curitiba é tudo isto mesmo, passeio, discussão, beleza, protesto, alegria, indignação, palavras de ordem e silêncio dos veículos desmotorizados.

Abaixo alguns registros fotográficos que podem ser usados a vontade, desde que, citado o blog. Para obter qualquer uma das fotos em alta resolução é só enviar um comentário solicitando, não custa nada.[nggallery id=25]

Dia 27 de novembro de 2011 Curitiba terá a segunda chance de peladar na Ciclofaixa de lazer

Inaugurado no dia 23 de outubro de 2011, sob protesto dos ciclistas que pedalam todos os dias por Curitiba, o Circuito Ciclofaixa de Lazer funcionará pela segunda vez no domingo, dia 27 de novembro de 2011. Na Bicicletada de outubro, colhemos alguns depoimentos dos pedalantes da cidade o que deu origem ao vídeo abaixo:

A prefeitura já se comprometeu com a Associação dos Ciclistas do Alto Iguaçu (entidade representativa dos ciclistas de Curitiba e região) a promover o Circuito Ciclofaixa de Lazer todos os domingos à partir de janeiro de 2012.
Discutir o lado da via em que a Ciclofaixa foi implantada ou a periodicidade são discussões tangentes diante da que considero a principal: a promoção do lazer enquanto o que Curitiba precisa é de bicicleta como meio de transporte. Vale destacar que, na oportunidade do anúncio do Circuito Ciclofaixa de Lazer, tanto o prefeito Luciano Ducci – pré-candidato em pré-campanha eleitoral- quanto todos os técnicos que se manifestaram publicamente, sempre associavam ao discurso da Ciclofaixa de Lazer a expressão “mobilidade urbana”. Numa leitura menos comprometida poderíamos até comprar fácil tal associação, mas o que lazer tem à ver com mobiliade urbana? “Educar os motoristas, em doses homeopáticas, para o convívio com as bicicletas”, promovendo passeios aos domingos, dia em que as ruas estão praticamente vazias? Oras, aí sim que os motoristas vão ter certeza que bicicleta é só para lazer mesmo, que não é meio de transporte, afinal, até a prefeitura faz obra priorizando este conceito. Falam ainda que Curitiba tem uma das maiores malhas de ciclovias do país, “que interligam toda a cidade”. Mas calçada coberta com antipó e compartilhada com pedestres, não entra na categoria de ciclovia, coisa que em seus discursos, os gestores municipais teimam em “esquecer”. Alguns exemplos práticos: passeio compartilhado da rua Antônio Scorsin, ou então na Affonso Camargo. Uma visão mais completa, mas que ainda não mostra todos os problemas, pode ser vista neste levantamento cooperativo realizado por ciclistas de Curitiba.

Agora, a mais nova sacada para vitaminar as estatísticas oficiais, pode-se observar com a ciclofaixa que de há muito está para ser inaugurada na avenida Marechal Floriano, serão 4 Km de extensão, mas para sair nas manchetes e nas pomposas notícias do site da prefeitura, se transformarão em 8 km, sim, 4 para ir e 4 para vir, mas isto é só um “detalhe técnico”.